22/07/2009 << Voltar para a lista
A importância das pessoas na Organização
Algumas empresas, confundem o Departamento de Pessoal, administração de Folha de Pagamento e as Rotinas legais, com Administração de Recursos Humanos. Neste artigo, Rosi Bertot demonstra como a empresa pode estar despendendo energias e recursos por falta
Ao comparar duas empresas, que fabrica os mesmos produtos, tendo os mesmos clientes e fornecedores, com certeza uma delas terá um resultado significantemente melhor, justamente porque o diferencial das organizações está nas pessoas.

Há bastante tempo, a área de Recursos Humanos migrou do Departamento Pessoal, para ser tornar um agente crucial na transformação dentro das organizações. Já o Departamento Pessoal atua de forma mecanicista, ou seja, é uma atividade burocráticas que, se não for bem executada pode gerar prejuízos para as empresas, e não agrega valor estratégico. Por isso, a terceirização do Departamento Pessoal, está em constante crescimento mundial, e proporciona grandes vantagens às empresas tais como:
• Maior foco das estratégias de RH
• Liberação de área física da empresa
• Economia de água, energia e telefone
• Redução de investimento em equipamento e software
• Transforma custo fixo em variável
• Maior controle de qualidade
• Aumento de produtividade
• Melhor administração do tempo na empresa
• Agilização nas decisões
• Otimização de serviços
• Liberação da criatividade
• Redução do quadro direto de empregados
• Desmobilização dos trabalhadores para greve
• Redução das ações trabalhista

Pode-se afirmar que gerir pessoas não é mais um fator de uma visão sistemática, metódica ou mesmo sinônimo de controle, tarefa e obediência, e sim, discorrer e compreender o disparate entre as técnicas tidas como obsoletas e tradicionais, com as contemporâneas, junto com a gestão da participação e do conhecimento. Vivemos em uma sociedade do conhecimento, onde os talentos humanos são vistos como fatores competitivos no mercado de trabalho. Entretanto, esse talento deve ser visto pelas empresas, e não pelos concorrentes. É através deste cenário que as organizações terão a visão de que o capital humano será seu grande diferencial.




Os avanços têm levado as empresas a buscarem novas formas de gestão, com a intenção de acentuar o desempenho, e conseqüentemente atingir a missão para o atendimento das necessidades dos clientes. A real vantagem competitiva no mercado não está somente representada no financeiro, ou nos altos investimentos em tecnologia, mas sim nas pessoas que compõem a organização. A gestão de pessoal tem uma grande responsabilidade na formação do profissional para atender às organizações, principalmente em países de mercados emergentes, onde a educação ainda fica em segundo plano. Para isso, a gestão de pessoas procura conscientizar esse colaborador de que suas ações devem ser respaldadas nos seguintes princípios:
• Desenvolvimento responsável e ético de suas atividades.
• Capacidade de atuação baseada nos princípios da gestão empreendedora.
• Capacidade de realização de tarefas que incorporem inovações tecnológicas.
• Capacidade de trabalhar em rede.
• Capacidade de atuar de forma flexível.
• Conhecimento da missão e dos objetivos institucionais das organizações.
• Domínio do conteúdo da área de negocio da organização.
• Capacidade de trabalhar como um consultor interno das organizações.

Para desenvolver essas ações, o gestor também deve ter: visão sistêmica, trabalho em equipe, bom relacionamento interpessoal, planejamento, capacidade empreendedora, capacidade de adaptação e flexibilidade. O desenvolvimento dessas habilidades e competências são importantes, tanto para o gestor, como para o colaborador, pois envolvem elementos de personalidade das pessoas, que são aplicados no seu campo profissional.

Fonte: Rosimeire Bertot, Total Consultores Associados Ltda.

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