


| 01/09/2010 | << Voltar para a lista |
| Gestão financeira e necessidade de capital de giro das empresas. | |
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| Neste contexto, as empresas brasileiras competem em desigualdade no mundo globalizado, pagando uma das mais altas taxa de juros do mundo. O Risco torna-se ainda maior, quando por qualquer motivo os Bancos cortam ou reduzem limites, exigem garantias, deixando as empresas desamparadas para sua sobrevivência. Muitas vezes a solução encontrada pelos gestores, é fazer um esforço para aumentar as vendas, sacrificando margens, gerando então o perverso efeito tesoura, quando quanto mais a empresa vende, sem administração racional do capital de giro, mais terá que recorrer a Bancos, conseqüentemente aumentando o risco de não conseguir pagar seus compromissos. As empresas podem reverter este quadro, se entender que todos os gestores e departamentos da organização têm parte da responsabilidade pelos problemas financeiros, pois normalmente a área financeira, quando toma conhecimento as ações já foram tomadas, gerando como única solução a renegociação com fornecedores, Bancos e outros envolvidos no processo produtivo. Com um bom planejamento a empresa pode programar suas necessidades de capital de giro, com metas de redução, além de gerar autofinanciamento dentro da própria organização, que equilibrará eventuais descompassos financeiros. O Capital de giro tem participação relevante no desempenho operacional, cobrindo geralmente mais da metade dos ativos totais investidos. Uma análise profunda do ciclo financeiro e econômico da empresa e dos fatores correspondentes ao giro da empresa é uma necessidade premente para o equilíbrio financeiro e se proteger de insolvências. Celso Tauscheck - Total Consultores |
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